Música instrumental produzida com requinte, modernidade e criatividade, assim se caracteriza o trabalho do Coletivo Roda Gigante que inicia dia 14 de julho, domingo, às 13hs, uma temporada no Jazz B (Rua General Jardim, 43, República, São Paulo) que se estenderá até novembro. Nessa temporada, além de relembrar as obras do trabalho “De Braços Abertos”, primeiro DVD do Coletivo, o grupo irá apresentar novas composições autorais e as releituras da obra de Gilberto Gil e de outros compositores.

Com identidade sonora única, o Coletivo Roda Gigante já está na estrada como grupo profissional desde 2011. Lançou seu primeiro EP em 2016 com composições autorais, entre elas: Samba do Bituca / Modesto / Xotezinho Sem Vergonha / Frevo à Mineira e Gratitude.

Link: Samba na Bituca: https://www.youtube.com/watch?v=iShdXHEh6es
No Spotify: https://open.spotify.com/album/3pypjqC1MNj3rdpDq4SRBG?si=n8lL2JZwSyuXFRo7cWl7xw

Composto por seis virtuoses integrantes, que já tocaram com músicos importantes brasileiros, optaram pela vertente mais intranquila como repertório: a música instrumental. Mas não para por aí. Isso significa que os elementos que compõem a apresentação do Coletivo Roda Gigante trazem influências inusitadas ao palco. Do Afro Frevo ao Candomblé, até música urbana, com evidente protagonismo da percussão. Hipnotiza e surpreende.

A música que tocam é dançante, inebriante e dá a chance de atuarem também como cantores, como nesse projeto de releituras do Gil, de grande aceitação do público. Eles participaram da boemia paulistana no antigo Bar do Cidão, onde as rodas de chorinho eram ponto de encontro de músicos de excelência. Depois, já com o grupo formado, fizeram uma temporada singular na Casa do Núcleo em São Paulo, além de shows pontuais na Rede Sesc e teatros populares. Sempre defendendo e encantando com um estilo instrumental próprio que compõe boa parte de seu repertório.
Link do Drão: https://www.youtube.com/watch?v=jZD_Nu6MvII

Os integrantes do Coletivo Roda Gigante são:

Alysson Bruno – Percussão
Nascido e criado na religião do Candomblé Ketú. Estudou percussão no Instituto Tom Jobin ULM; Durante sua carreira realizou projeto com Ari Colares, Toninho Macedo e com a Orquestra HB de Guga Stroyther onde experimentou a musicalidade do jazz em fusão com a tradição do Candomblé. Desde 2010 realiza turnê pela Europa acompanhando artistas ou ministrando workshops. É Regente do Bloco Charanga do Afoxé LLi Omo Dada há 15 anos e também do Bloco Afropercussivo Zumbiido de São Paulo.

Deni Domenico – Violão
Possui uma carreira sólida como compositor, cantor, produtor e instrumentista; dentro do Choro participou de turnês pela Europa; EUA e Argentina, num total de 14 países onde realizou concertos e workshops em renomados centros de ensino de Paris, Berlim e Holanda, como o Conservatório de Chatou; UDK e Escola Portátil de Choro de Roterdã. É Diretor do Clube do Choro e Filho de Guga, integrante do Língua de Trapo.

Lucas Brogiolo – Percussão
Formado em percussão popular pela EMESP e Conservatório de Tatuí, participou de trabalhos ao lado de Francis Hime, Ceumar; Roberto Sion; Ari Colares, Jonathan Silva, Duda Domenico entre outros. É um pesquisador do universo da cultura popular brasileira e de alguns países latinos. Atualmente toca com vários artistas e ministra workshops de percussão.

Maurício Pazz – Bandolim e violão tenor
Formou-se em Música e em Design Multimídia. Ao tocar numa banda do Budismo conheceu o poder transformador da música que atinge a tudo e a todos. Dedica-se a uma web série que idealizou: Cor do Som – Memórias da Música Negra. É músico de diversos projetos, entre eles da cantora Luedji Luna, onde percorre diferentes lugares do mundo acompanhando a cantora.

Renato Pereira – Violino
Formado em música pela Faculdade Cantareira foi Spalla da Orquestra Jovem Tom Jobim, sob regência e aulas do maestro Roberto Sion e Spalla em diversos outros grupos e orquestras em São Paulo. Desde sempre ouvia música em casa e o gênero mais tocado era o samba. Por isso no Coletivo comemora a diversidade de gêneros pois, o fluxo musical, vai do choro ao forró, do samba ao frevo; paraíso para ele? as pessoas dançando enquanto tocam.

Ricardo Perito – Cavaquinho
Seu bisavô foi maestro e fundador da Orquestra Filarmônica do Estado de São Paulo; o avô violoncelista. A herança das cordas trouxe para si. É violonista, cavaquinhista e iniciou seu caminho dentro de escola de samba. Tocou com Nereu Mocotó; Henrique Menezes; Miltinho da Viola e recentemente participou da homenagem feita a Dona Ivone Lara com presença da artista.

“Nosso público é formado por pessoas de todas as gerações. Ficamos surpresos porque a música instrumental, apesar de ser difícil de conseguir palco, quando consegue, lota a casa. Nossos shows recentes têm sido de uma grande comunhão com pessoas que buscam alternativas para sons diferentes e criativos. Acho que estamos conseguindo agradar com nosso repertório autoral e, sem dúvida, com a releitura do Gilberto Gil. A obra dele é fantástica e tem nos dados a chance de fazer uma homenagem à altura de seu legado, o que muito nos honra”, comenta Lucas Brogiolo, um dos integrantes.
Chega de dispersão. Os integrantes que sempre tocam com artistas de renome, agora se reúnem para unir suas competências nesse projeto tão importante que é divulgar a música instrumental brasileira e suas surpresas, através do trabalho singular do Coletivo Roda Gigante.

Agora, no Jazz B o Coletivo Roda Gigantes marca presença, dois domingos por mês – segundo e quarto domingo – até novembro: www.jazzb.com.br
Ingressos antecipados no site www.jazzb.com.br por R$15 e, na porta, R$ 20.
Facebook: https://pt-br.facebook.com/coletivorodagigante
Instagram: https://www.instagram.com/coletivorodagigante

Show Coletivo Roda Gigante
JAZZ B SUNDAY
Dias 14 e 28/07; 11 e 25/08; 08 e 22/09; 07 e 21/10 e 04 e 18/11
Horário: 13h
Endereço: Rua General Jardim, 43 – República
Telefone: (11) 3257-4290
Entrada para Deficientes
Aceita cartões de débito e de crédito